avaedoc

Início » 2016

Arquivo anual: 2016

Acervos e antropologia visual: diálogo e conhecimento das imagens em Rio Tinto

Projeto concebido por João Martinho de Mendonça como desdobramento de um projeto anterior, voltado à formação de acervos (Município de Rio Tinto e TIs Potiguara: explorações iniciais de antropologia visual). Obteve apoio do Edital CNPq 43/2013 e tratou de desenvolver abordagens etnográficas ancoradas na pesquisa dos materiais fotográficos e fílmicos reunidos. Um de seus principais resultados, um vídeo que constitui também uma espécie de apresentação do projeto, além de mostrar narrativas da retomada da Terra Indígena de Monte-Mór pelo Cacique Vado (1945-2004), pode ser acessado no link abaixo.

Vídeo: Memórias Retomadas

Projeto concluído em 2016.

FILMES DA MOSTRA ARANDU 2016

A Mostra Arandu de Filmes Etnográficos foi realizada durante a 30ª Reunião Brasileira de Antropologia em João Pessoa, no Cine Aruanda (CCTA/UFPB). São filmes que a gente mesmo produziu, juntamente com outros, inscritos por pesquisadores externos.

Primeira Mostra Arandu de Filmes Etnográficos

Buscando estimular a realização do intercâmbio entre a UFPB, local de acolhida da 30ª RBA e a antropologia visual no país, será realizada a Mostra Arandu de Filmes Etnográficos. Promovida pelo Laboratório de Antropologia Visual Arandu e pelo grupo de estudos Avaedoc, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o evento tem como objetivos a organização colaborativa, a apreciação coletiva e a divulgação de ensaios audiovisuais produzidos no âmbito de cursos de graduação e pós-graduação em Antropologia ou em outras áreas afins, ligados às instituições públicas ou privadas de ensino, como também no âmbito de associações, organizações, movimentos e/ou produções independentes, desde que tenham conexões de quaisquer naturezas com pesquisas etnográficas ou com reflexões de cunho antropológico.

O evento pretende aproximar grupos e pessoas de forma democrática, inclusiva e colaborativa, sendo um acontecimento sem premiação, que visa promover o encontro mais do que a competição, que valoriza a dimensão de autogestão potencialmente presente entre parceiros e colaboradores interessados, independentemente de eventuais patrocínios e/ou recursos eventualmente levantados. Carrega também como expectativa a busca de uma discussão mais aprofundada sobre a história e as diferentes vocações da antropologia visual no Brasil.

A Mostra Arandu de Filme Etnográfico visa exibir produções audiovisuais finalizadas a partir de 2014, que apresentem qualidades técnicas, artísticas e etnográficas reconhecidas pela comissão organizadora. Poderão ser inscritas produções nacionais e internacionais de filmes que estejam ligados a pesquisas de caráter etnográfico e apresentem questões antropológicas relevantes.

 

Programação:

Local:  Cine Aruanda/CCTA), a partir das 19hs

Dia 04 de agosto:

Memórias Retomadas – 23’
Direção: João de Mendonça
2015

Imagens e Memórias do Cinema no Vale – 13’
Direção: José Muniz
2016

“Tia, traz a gente pra perto” – 13’
Direção: Ivandiely Menezes
2016

As Sementes – 30’
Direção: Beto Novaes
2015

Gosto mais do que lasanha – 41’
Direção: Luciana Ribeiro
2016

Dia 05 de agosto:

IBURI Trompete dos Ticuna – 14’
Direção: Edson Tosta Matarezio Filho
2014

Cavalhadas de Alagoas – 13’
Direção: Walcler Mendes Junior/ Pedro Simonard/ Juliana Michaello
2016

Como Antigamente – 11’
Direção: Augusto Junior
2016

Arte é Para Todos – 36’
Direção: Darllan da Rocha
2014

R’Gongo: Cultura negra em Porto Alegre/RS – 30’
Direção: Olavo Ramalho Marques
2016

A Música e as Bandas no contexto do desfile cívico de Rio Tinto – 13’
Direção: Caio Nobre Lisboa
2016

A arte de Vó Mera – 7’
Direção: Renata Cavalcanti
2015

Babau da Gota Serena – 18’
Direção: coletiva
2016

MENÇÃO ESPECIAL 1:
Das nuvens pra baixo – 74’ (em exibição no Prêmio Pierre Verger)
Direção: Marco Antonio Gonçalves / Eliska Altmann
2015

MENÇÃO ESPECIAL 2:
Taller “Miradas Antropológicas” (séries de vídeos associados)
Mariano Báez Landa (México /CIESAS)
2001-2016

BALAFON

A Balafon, associação cultural sem fins lucrativos, foi fundada em 2004, por profissionais de diversos campos das artes e das ciências humanas. Um de seus objetivos principais é a organização e disponibilização do acervo de documentos audiovisuais sobre a cultura brasileira, constituído pelo sócio-fundador Djalma Corrêa, percussionista e pesquisador, bem como o contínuo enriquecimento deste acervo, por meio de novas pesquisas e documentação, e os diversos modos de aproveitamento desses materiais, seja no campo da produção de conhecimento científico, seja no campo da criação artística. 

A Balafon vem trabalhando na organização do acervo Djalma Corrêa, na pesquisa e documentação em imagem e som da cultura brasileira e na discussão do cinema documentário. 

Entre 2004 e 2014, a Balafon foi dirigida por Djalma Corrêa e Juliana Araujo, que hoje compõem seu comitê de coordenação de projetos, ao lado de Cecília de Mendonça e Michel Marie. 

A diretoria foi assumida, em 2014, por Flau Márcia, Ana Macedo e Gustavo Campos. 

[Fonte: Texto Original do Site – http://www.balafon.org.br/index2.html%5D

A Balafon foi nossa parceria principal, juntamente com o Núcleo de Documentação Cinematográfica da UFPB (NUDOC), na realização de 4 eventos da maior importância para a gente: A Mostra de Cinema Jean Rouch (2010), a Mostra de Cinema Pierre Perrault (2012), o Seminário “Cinema e experiência Varan” (2015) e a “Mostra e Colóquio Internacional de Cinema Varan“(2016).

NUDOC – UFPB

Núcleo de Documentação Cinematográfica da UFPB – Compartilhando Cultura.

[Fonte: Canal do Youtube – Nudoc UFPB]

Junto com a Balafon, o NUDOC foi nosso parceiro na realização de 4 eventos da maior importância para a gente: A Mostra de Cinema Jean Rouch (2010), a Mostra de Cinema Pierre Perrault (2012), o Seminário “Cinema e experiência Varan” (2015) e a “Mostra e Colóquio Internacional de Cinema Varan“(2016).

O NUDOC também foi o principal parceiro no projeto “Cine PB Memória” desenvolvido entre 2011-13 para digitalização de películas em super-8, coordenado pelos docentes Lara Amorim e Fernando Trevas. A parceria permitiu constituir um importante acervo de filmes super-8 com produções dos anos 1980.