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Arquivo anual: 2017

Bibliografia indicada pelo Laboratório de Antropologia e Produção Audiovisual da UFMT

Acesse aqui.

AVAEDOC/Arandu no 18th IUAES

AVAEDOC convidado para apresentar em Mostra Audiovisual exclusiva da próxima IUAES, que será realizado em Florianópolis (16-20 julho 2018). O comité da Mostra, decidiu realizar uma homenagem à produção audiovisual de antropólogos/as brasileiros/as e nessa mostra exclusiva estarão sendo representados todos os núcleos de antropologia visual das universidades brasileiras.

 

IMAGENS DO TERÇO CANTADO: SÃO JOÃO DE NANINHA

SÃO JOÃO DE NANINHA: UMA ETNOGRAFIA DO TERÇO CANTADO DE SÃO JOÃO
Trabalho de Conclusão de Curso de Renata Batista Cavalcanti, com a colaboração de Dona Naninha, rezadeira e moradora de um dos bairros da periferia de Mamanguape. Pesquisa orientada por Oswaldo Giovannini Jr.

Encontro em 9nov2017 – Local: Arandu

Acompanhamento do trabalho neste sítio eletrônico, previsão de divulgação ampla no início no próximo ano, a partir de uma breve discussão.

Relato de Muniz sobre pesquisa no cinema de Caxambu/ANPOCS, sobre caminhada nos antigos cinemas de João Pessoa (Grupo de trabalho sobre expectorialidades/SOCINE) e outro encontro de pesquisa onde apresentou seu trabalho do mestrado. Nota sobre o cineclubismo incentivado por padres na Paraíba (anos 1950) a partir de uma encíclica papal A discussão levou à proposição de uma mostra de filmes etnográficos (2a Mostra Arandu, a primeira foi em 2016 na 30a RBA) para o ano que vem, a ser realizada no Cine Orion. Possíveis apoios e parcerias: ADUFPB, NUDOC, etc.

Caio mostrou o plano sequência realizado durante o 7set2017, que obteve 30 mil visualizações, e falou sobre as etapas de sua pesquisa fílmica sobre as bandas de música iniciada alguns anos antes (agora um projeto de mestrado). Várias perguntas e contribuições foram agregadas na discussão. Alguns dos pontos esclarecidos e discutidos em grupo: o capitão mor da banda estuda modelos de capitães nos EUA pelo youtube; explicação do que o desmaio (ocorrido no fim da filmagem) representa em termos fisiológicos (como defesa e reorganização do organismo); ponderação sobre a performance dos dançarinos e sobre sua determinação, comparando-os aos praticantes de marcha atlética; questões de gênero e sexualidade nas relações entre os integrantes das danças coreografadas; participação dos membros destes grupo de dança em outros eventos e locais na região; questões de metodologia da antropologia fílmica.

Apresentação do 2o corte do vídeo “Conversa com Marcius Freire sobre antropologia visual”. Sugestões para pequenas correções antes da finalização. Sugestão para terminar de produzir e apresentar todos os vídeos do projeto “Conversas sobre Antropologia Visual” (Vincent Carelli, Ana Ferraz, Roque Laraia, Marcius Freire, Francisco, Ruben Caixeta) na próxima Mostra Arandu  no Cine Orion (2018).

Acompanhamento do filme sobre pixo no Campus IV (sequência do rolê), trabalho desenvolvido na disciplina de Técnicas e estéticas do audiovisual II.

Possibilidades de comparecer ao Festival Internacional do Filme do Recife, no final de novembro, onde serão exibidos dois filmes produzidos pelo AVAEDOC no Arandu: “Tudo vai pela lua” e “Cinema e memória no Vale do Mamanguape”.

Em função do final do período letivo ficou decidido ser este o último encontro regular do ano.

Outros pontos de pauta a serem retomados:

Participação de Vitor no 5o Bit.Week promovido pelo Departamento de Mídias Digitais no Campus 1, na mesa “Produção audiovisual indígena” com Tamara Rodrigues (co-produtora do vídeo Memórias Retomadas realizado pelo AVAEDOC no Arandu). Ciberativismo indígena. Rádio web indígena Yandê.

Apresentação do filme “Ensaio de Montagem para etnografias fílmicas” desenvolvido na disciplina de Antropologia Visual II.

Participação de Glauco e Rafaela na mesa redonda “Grupos de pesquisa CCAE: o que estamos fazendo?” no Encontro de Iniciação Científica ENIC/2017, ocorrido entre 23-27out.

Gente que esteve presente nesse dia: João, Oswaldo, Sônia, Vitor, Caio, Glauco, Muniz

Encontro em 19out2017 – Local: CCTA/UFPB/Cine Aruanda

O encontro dessa semana (previsto para dia 19) foi bastante especial pois foi um encontro com o pessoal da SOCINE, a Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual. Então a gente foi mesmo lá para o campus I aproveitar esse XXI Encontro da SOCINE (17-20 de outubro), que teve como encerramento uma conferência magistral do Ismail Xavier lá no Cine Aruanda. Ismail foi apresentado pelo Mateus Araújo, que esteve com a gente em 2010 e 2012, nas Mostras Jean Rouch e Pierre Perrault, respectivamente. Segue abaixo uma pontuação das atividades que a gente foi presenciar. Eduardo e Muniz fizeram, inclusive, imagens de uma caminhada nos antigos cinemas do Centro.

Seminário Temático: Exibição cinematográfica, espectorialidades e artes da projeção no Brasil

Seminário Temático: Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos

Cinema e Resistência

Painél: Arquivo e ensaio

Gente que esteve presente lá: João, Eduardo, Caio e Muniz.

Encontro em 5out2017 – Local: ARANDU

Apreciação dos gráficos relativos à produção audiovisual dos 30 programas de pós-graduação da área de antropologia/arqueologia, com ênfase na importância da produção do avaedoc cadastrada junto ao PPGA/UFPB, para os resultados positivos alcançados no âmbito da avaliação quadrienal da CAPES.

Representação do avaedoc no evento sobre pesquisa no CCAE em 26out2017 (sigaeventos).

Projeto conversas sobre antropologia visual (atualização de andamento, transcrições, etc.).

Apresentação do projeto “etnografia da seca” pela Profa. Luciana e Prof. Oswaldo e proposta de criação do observatório da transposição das águas do São Francisco, com imagens produzidas em julho2017.

Apreciação de trabalhos fotográficos em andamento na disciplina de Iniciação à Fotografia.

Gente que esteve presente nesse dia: Rafael, Rayssa, Joase, Muniz, Caio, João, Luciana, Glauco, Oswaldo

Encontro em 21set2017 – Local: ARANDU

Apresentação do projeto de atualização do sitio eletrônico do AVAEDOC na plataforma wordpress

Imagens e videos do encontro do Prof. Oswaldo com os Gavião Parakateje mediado por fotografias do acervo avaedoc/ARANDU. Os Gavião vivem na Terra Indígena Mãe Maria, localizada no município de Bom Jesus do Tocantins, no estado do Pará.

Comentários sobre a disciplina Técnicas e Estéticas do audio-visual II, onde um grupo de estudantes estão a desenvolver um trabalho de etnografia da memória da pixação dentro do campus IV

Gente que esteve nesse dia: Caio, Fernanda, Rafaella, Janaina, José, João Vítor, Monice, Tricia, Vitoria, Oswaldo, João, Luciana

Encontro em 17ago2017 – Local: Arandu

Apresentação e apreciação crítica de filmes produzidos por estudantes junto à disciplina ministrada pelo Prof. Oswaldo: Festa da Padroeira; We are Hip Hop; Palco Preguiça; A canoa e o canoeiro; Lapinha do Alto do Tambá e Ser Mulher e Ser Vaqueira.

Comentários sobre o curso de extensão em edição ministrado pelo técnico do Arandu, prof. Glauco Machado.

Gente que esteve nesse dia: Caio, Fernanda, Rafaella, Janaina, José, João Vítor, Monice, Tricia, Vitoria, Oswaldo, João, Luciana

Vídeo nas Aldeias (VNA)

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Criado em 1986, Vídeo nas Aldeias (VNA) é um projeto precursor na área de produção audiovisual indígena no Brasil. O objetivo do projeto foi, desde o início, apoiar as lutas dos povos indígenas para fortalecer suas identidades e seus patrimônios territoriais e culturais, por meio de recursos audiovisuais e de um produção compartilhada com os povos indígenas com os quais o VNA trabalha.

O VNA surgiu dentro das atividades da ONG Centro de Trabalho Indigenista, como um experimento realizado por Vincent Carelli entre os índios Nambiquara. O ato de filmá-los e deixá-los assistir o material filmado, foi gerando uma mobilização coletiva. Diante do potencial que o instrumento apresentava, esta experiência foi sendo levada a outros grupos, e gerando uma série de vídeo sobre como cada povo incorporava o vídeo de uma maneira particular.

Em 1997, foi realizada a primeira oficina de formação na aldeia Xavante de Sangradouro. O VNA foi distribuindo equipamentos de exibição e câmeras de vídeo para estas comunidades, e foi criando uma rede de distribuição dos vídeos que iam produzindo. Foi se desenvolvendo e gerando novas experiências, como promover o encontro na vida real dos povos que tinham se conhecido através do vídeo, “ficcionar” seus mitos, etc.

O VNA foi se tornando cada vez mais um centro de produção de vídeos e uma escola de formação audiovisual para povos indígenas. Desde o “Programa de Índio” para televisão em 1995, até a atual Coleção Cineastas Indígenas, passando por todas as oficinas de filmagem e de edição do VNA, em parceria com ONGs e Associações Indígenas, o projeto coloca a produção audiovisual compartilhada ao centro das suas preocupações.

Em 2000, o Vídeo nas Aldeias se constituiu como uma ONG independente. A trajetória do Vídeo nas Aldeias permitiu criar um importante acervo de imagens sobre os povos indígenas no Brasil e produzir uma coleção de mais de 70 filmes, a maioria deles premiados nacional e internacionalmente, transformando-se em uma referência nesta área.

[Fonte: Texto Original do Site – http://www.videonasaldeias.org.br/2009/vna.php?p=1]

Vincent Carelli, cineasta e também fundador do Vídeo nas Aldeias, teve uma rápida participação num dos projetos desenvolvidos pelo AVAEDOC, em 2012, quando concedeu uma entrevista acerca de seus trabalhos no início dos anos 1980 no Centro de Trabalho Indigenista, com imagens dos Potiguara da Baía da Traição. Posteriormente, ele e Ana Carvalho estiveram com a gente na abertura da Mostra VARAN em Rio Tinto, ocorrida em abril de 2016. Em julho de 2017 solicitou o acesso a alguns itens (películas super-8 e fitas High-8) do Fundo documental “José Humberto Nascimento” para uso no projeto “Adeus Capitão” (imagens dos índios Parakatejê do Pará), terceiro filme na linha inaugurada por Corumbiara e continuada com Martírio.

NAVISUAL

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O Navisual tem se consolidado como um importante espaço para a divulgação do material etnográfico produzido por pesquisadores e para a discussão do uso de técnicas audiovisuais na pesquisa antropológica. Atualmente sob a coordenação a Profa. Cornélia Eckert, visa dinamizar a utilização dos recursos audiovisuais disponíveis no Laboratório de Antropologia, documentar suas atividades, bem como estimular o desenvolvimento teórico e metodológico da antropologia visual na pesquisa.

 

[Fonte: Texto Original do Site – https://www.ufrgs.br/ppgas/nucleos/navisual/]

O NAVISUAL e o BIEV (Banco de imagens e efeitos visuais) são uma importante referência para a gente, suas coordenadoras, docentes Cornélia Eckert e Ana Luiza Carvalho da Rocha, ministraram um seminário de três dias em Rio Tinto, em junho de 2011. Esse seminário de Antropologia Visual em Rio Tinto, em parceria com um dos núcleos mais antigos do Brasil, serviu como base para despertar vocações e pesquisas entre a gente. Posteriormente, em dezembro de 2016, através do PPGA, tivemos outra atividade em Rio Tinto com a Profa. Cornélia Eckert, quando pudemos acompanhar os trabalhos mais recentes de seu grupo, como também assistir às imagens produzidas durante a oficina ministrada em 2011. Em abril de 2017, alguns trabalhos desenvolvidos no AVAEDOC foram apresentados num seminário do NAVISUAL na UFRGS em Porto Alegre.