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OFICINA INVENTÁRIOS FOTOGRÁFICOS E PRESERVAÇÃO DIGITAL DE COLEÇÕES ANTROPOLÓGICAS NA PARAÍBA E NO RIO GRANDE DO SUL

Oficina elaborada a partir da experiência dos três primeiros meses do projeto “Inventários fotográficos e preservação digital de coleções antropológicas na Paraíba e no Rio Grande do Sul’, atividade com enfoque para a organização, catalogação e digitalização de fotografias de interesse antropológico, produzidas no contexto de pesquisas etnográficas vinculadas aos núcleos de Antropologia Visual e da Imagem participantes: AVAEDOC (UFPB) e NAVISUAL (UFRGS).

Abordaremos questões relativas aos procedimentos éticos de pesquisa com acervos fotográficos e restituição, bem como as motivações subjacentes aos interlocutores e colecionadores interessados na preservação digital destes acervos. 

Esta oficina trimestral será composta por 6 encontros virtuais (na plataforma Zoom), sempre às quartas-feiras, das 19h às 21h30min. A atividade terá duração total de 15h/aula e será certificada. Os encontros quinzenais serão divididos em dois blocos: O 1º momento: seminário (1h)  / 2º momento debate e compartilhamento de experiências de pesquisa com coleções de fotografias em Antropologia. (1h). 

A oficina será organizada no formato de grupo de trabalho, onde os participantes, a partir das atividades solicitadas nos encontros virtuais, devem organizar suas coleções etnográficas e os inventários de fotografias de seus acervos autorais, com a finalidade de integrá-los ao acervo digital organizado pelo projeto no Google Drive. Nosso intuito é reunir as fotografias dos acervos do NAVISUAL (UFRGS) e do AVAEDOC (UFPB) em um mesmo repositório virtual.

Realizaremos parcerias com as redes preexistentes da área, tais como o CAV/ABA, (CCAE e CCHLA) – Coordenação do curso de Antropologia e o Programa de Pós Graduação em Antropologia,  o AVAEDOC/Arandu, na Paraíba. No Rio Grande do Sul, contamos com o apoio da equipe do NAVISUAL, bem como as redes do  PPGAS/UFRGS para a divulgação das oficinas.

Objetivos: 1) Fomentar a organização das coleções fotográficas de cunho etnográfico dos participantes e integrá-las a um acervo digital online, organizado no Google Drive (para futuros usos e consulta interna). 2) Intercâmbio de experiências de pesquisadores em Antropologia Visual e da Imagem  do sul e nordeste brasileiros, a partir da oficina sobre práticas e metodologias de gestão e preservação digital de coleções fotográficas.

Público alvo: Pesquisadores e estudantes vinculados à UFRGS e a UFPB, interessados no campo da Antropologia Visual e da Imagem, que possuam acervos fotográficos e estejam dispostos a organizar, inventariar e compartilhar suas coleções etnográficas no formato digital.

Vagas: 20 vagas

Inscrições: https://forms.gle/ymf22vdBG714pf3YA (até o dia 10 de abril de 2021)

CRONOGRAMA:

Módulo 1 –  INTERCÂMBIOS EM ANTROPOLOGIA VISUAL E DA IMAGEM

1º Encontro – A Antropologia Visual na Paraíba e no Rio Grande do Sul – (14 de Abril – 19h00min) 

1.1 Apresentação do projeto, oficineiros, participantes e cronograma dos encontros virtuais.

1.2 A institucionalização da Antropologia Visual na Paraíba e no Rio Grande do Sul. (Cornelia Eckert e João Martinho Mendonça) 

1.3 Conhecendo o AVAEDOC e o NAVISUALComo têm sido pensadas as políticas de gestão, armazenamento e compartilhamento de fotografias digitais? Quais as tecnologias disponíveis nos laboratórios de Antropologia Visual? Como são mobilizados esses aparatos tecnológicos nos diferentes contextos de pesquisa etnográfica? 

1.4 Relato de pesquisa com os acervos de Juarez e José Félix: Digitalização e etnografia que resultou no filme Passagem e permanência: em torno do 07 de setembro em Rio Tinto, direção: João Mendonça.

Textos: 

  1. ECKERT, Cornelia; ROCHA, Ana. Luiza Carvalho da. ‘Nunca em anexo!’ Pesquisa, ensino e escrita com imagens em Antropologia Audiovisual. Revista TRAMA, v. 11, p. 11-34, 2020.
  2. ECKERT, Cornelia; ROCHA, Ana Luiza Carvalho da. Antropologia da imagem no Brasil: experiências fundacionais para a construção de uma comunidade interpretativa. Iluminuras, Porto Alegre, v. 17, n. 41, p. 277-297, jan/jun, 2016.  
  3. MENDONÇA, João Martinho Braga. Ética, oralidade e pesquisa fotográfica. Iluminuras, Porto Alegre, v.13, n.31, p. 85-100, jul./dez. 2012. (https://seer.ufrgs.br/iluminuras/article/view/37033/pdf)
  4. MENDONÇA, João Martinho de. Pesquisa fotográfica e fílmica no litoral norte da Paraíba. In________ (Orgs) FERRAZ, Ana Lúcia de; MENDONÇA, João Martinho de. Antropologia Visual: Perspectivas de ensino e pesquisa. Brasília- DF:ABA, 2014. (http://www.portal.abant.org.br/publicacoes2/livros/antropologia_visual_-Ana_Lucia_Marques_Camargo_Ferraz&_Joao_Martinho_de_Mendonca.pdf)

Filme: 

  1. Passagem e permanência:Três ensaios sobre o 7 de setembro em Rio Tinto. Disponível em: https:// vimeo.com/62924767

Podcast:

  1. BievCast – T1:E2  – (https://open.spotify.com/episode/323VL0fJYiLctIDzblBZyI)

O percurso de uma pesquisa: Banco de Imagens e Efeitos Visuais – Neste episódio, a Profa. Ana Luiza Carvalho da Rocha relata sua trajetória acadêmica e profissional no campo da antropologia social, no qual se dedicou ao estudo da memória coletiva nas cidades através da pesquisa com imagens. Neste contexto, apresenta aos ouvintes o projeto Banco de Imagens e Efeitos Visuais. Considera o breve histórico de vida deste projeto que contrasta com a rapidez das inovações tecnológicas. Aponta para a responsabilidade em acervar a memória do desenvolvimento do projeto, ao mesmo tempo em que descreve os desafios de se narrar as cidades com imagens. Mais informações: https://www.ufrgs.br/biev

2º Encontro – Pesquisas com arquivos etnográficos e coleções fotográficas – (28 de Abril – 19h00min) 

2.1 Etnografias da Duração e a pesquisa antropológica com coleções de fotografias. O doutorando Guillermo Gómez compartilha sua experiência de pesquisa com as imagens do trabalho no sul do Brasil. 

2.2 O que é uma etnografia documental (de arquivos)? Como se constituem as coleções etnográficas?

2.3 Os arquivos fotográficos na constituição da alteridade: etnocolecionismo e o colecionismo ético.

Textos: 

  1. ABALOS JÚNIOR, José Luis.; RAPKIEWICZ, Yuri Schönardie. Práticas de colecionamento e restituição: notas para um colecionismo ético. Ponto Urbe, São Paulo, v. 25, n. 25, p. 1–16, dezembro, 2019.
  2. CUNHA, Maria Gomes da. Tempo imperfeito: uma etnografia do arquivo. Mana, Rio de Janeiro, v. 10, n. 2, p. 287-322, 2004.
  3. ECKERT, Cornelia; ROCHA, Ana Luiza Carvalho da. Apresentação. In:______. Etnografia da duração: antropologia das memórias coletivas em coleções etnográficas. Porto Alegre: Marca Visual. 2013.
  4. GÓMEZ, Guillermo Stefano Rosa. RAPKIEWICZ, Yuri Schonardie. ECKERT. Cornelia. Etnografias da duração e os desejos de memória ferroviária no sul do Brasil. Nova Amazônica. Belém, volume 11 (1) , 83-109, 2019. (https://periodicos.ufpa.br/index.php/amazonica/article/view/6652/5617)

Narrativas fotográficas: 

  1. RAPKIEWICZ, Yuri Schönardie. Etnocolecionismo em imagens: reminiscências e durações ferroviárias no Rio Grande do Sul. Fotocronografias, Porto Alegre, v. 06, n.13, p. 54-71, 2020.

Vídeos:

  1. Videoconferência “Fotografia, Memória Ferroviária e Cidade” com Paola Mallmann, Guillermo Gómez e Yuri Rapkiewicz. O encontro abordou as interfaces da fotografia como dispositivo de memória e da imagem, de uma maneira mais ampla, como método de produção de conhecimento desde a perspectiva de pesquisas na área da Antropologia Visual e  da Antropologia Urbana. (https://www.youtube.com/watch?v=pIp657vpEnA

Podcast: 

  1. Trilhos Sonoros – T1:E1 – Condução: Yuri Schönardie Rapkiewicz (https://www.youtube.com/watch?v=Ir3ewNsJAxoo

O áudio-encontro apresenta iniciativas de preservação e valorização do patrimônio ferroviário em diferentes cidades do Rio Grande do Sul e abordou as  memórias de trabalho de ferroviários aposentados contemplando suas visões sobre a contemporaneidade. Reunimos pesquisadores/as antropólogos/as, ferroviários/as aposentados, em diálogo a partir de uma contextualização sobre os usos do patrimônio ferroviário em diferentes cidades do Rio Grande do Sul. A base dessa discussão foram projetos realizados entre 2015 e 2020, voltados ao tema da memória ferroviária, iniciativas de diferentes ordens: desde publicações acadêmicas, até editais e parcerias entre universidades e o poder público, que resultaram em exposições fotográficas, atividades em escolas, museus e pontos de cultura, ou, ainda, iniciativas amparadas por redes de solidariedade local da comunidade ferroviária.

3º Encontro – Metodologias e aportes teóricos para preservação, comunicação e pesquisa de coleções antropológicas. – (12 de Maio – 19h00min) 

3.1 Metodologias e aportes teóricos para subsidiar a preservação, comunicação e pesquisa de coleções antropológicas. A museóloga Carina Kaiser relata sua experiência com o acervo da galeria Olho Nu, durante o estágio realizado no NAVISUAL, em 2014-2015.

3.2 Relato do processo de concepção da Tabela de Catalogação padronizada (Funarte), planejada para atender as necessidades particulares do AVAEDOC e NAVISUAL. – Yuri Rapkiewicz e José Muniz.

3.3 Atividade: Propomos que os participantes escolham um de seus acervos fotográficos de pesquisa autoral e os organizem em conformidade com  a Tabela de Catalogação padronizada. Também devem organizar uma curadoria de fotos de suas coleções, elegendo aquelas que julgarem pertinentes à veiculação pública.

Textos: 

  1. ECKERT, Cornelia; ROCHA, Ana Luiza Carvalho da. “Capítulo 6 – Antropologia em outras linguagens. In:______.  A preeminência da imagem e do imaginário nos jogos da memória coletiva em coleções etnográficas. . ed. Brasília: ABA, 2015. v. 1. 196p .”
  2. SILVA. Carina Kaiser Miranda da .Entre narrativas etnográficas e uma Antropologia compartilhada: Experiências de estágio no NAVISUAL e BIEV. Trabalho de conclusão da disciplina Estágio em Museus B. Museologia – UFRGS, Fabico, Porto Alegre, p. 1-41, 2015.

Módulo 2: REPOSITÓRIOS DIGITAIS DE COLEÇÕES FOTOGRÁFICAS DE INTERESSE ANTROPOLÓGICO

4º Encontro  – Exposições fotográficas e processos de restituição – (26 de Maio – 19h00min) 

4.1 Como temos pensado nas classificações das nossas fotografias? E no âmbito dos projetos de nossos núcleos de pesquisa?

4.2 Como pensar a política de uso e gestão de fotografias? Como estas políticas e resoluções têm reverberado no processo da Antropologia compartilhada/colaborativa, quando enfocamos a  restituição e o compartilhamento dos resultados das pesquisas etnográficas? 

4.3 A pesquisadora Rumi Kubo (coordenadora da Galeria Olho Nu) e o fotógrafo Fabrício Barreto relatam as experiências de curadoria e itinerância das exposições fotográficas organizadas no âmbito do NAVISUAL.

Textos:

  1. ECKERT, Cornelia; ROCHA, Ana Luiza Carvalho da. Etnografia com imagens: práticas de restituição. Tessituras,. Pelotas, v. 2, n. 2, p. 11-43, jul./dez. 2014.

Narrativas fotográficas: 

  1. Revista Fotocronografias: 

(https://medium.com/fotocronografias/vol-04-num-a784a5819c4e)

Vídeos:

  1. RODRIGUES, Felipe da Silva. BIEV 20 anos. 2020. (https://www.youtube.com/watch?v=nLnAkYNNs5U

Podcast: 

  1. BievCast – T1:E4 – (https://open.spotify.com/episode/1YD5gwAifJc0NGEL1V7FITConstelação de Imagens – Neste episódio, Felipe Rodrigues relata a construção do vídeo por ele elaborado para comemorar os vinte anos do Banco de Imagens e Efeitos Visuais. O vídeo foi criado pelo pesquisador sob a orientação da Profa. Ana Luiza Carvalho da Rocha. A produção reúne imagens de pesquisas em diferentes suportes (fotografia, vídeo e som) que foram realizadas nestas duas décadas de dedicação na criação de um banco de dados etnográficos sobre nossas cidades. Por ocasião do congresso de Antropologia do Mercosul realizado em Porto Alegre, em julho de 2019, na Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, esta produção foi exibida no formato multimídia. A constelação de imagens está acessível aos visitantes no site do BIEV (https://www.ufrgs.br/biev/exposicao_20_anos_biev/)
  2. BievCast – T1:E10  – (https://open.spotify.com/episode/17O5DZtn91XBlgUHT554ZJRevista Fotocronografias: Este episódio é dedicado a apresentar a Revista Fotocronografia, uma publicação do Banco de Imagens e Efeitos Visuais acessível em seu site. Os pesquisadores Fabricio Barreto e Felipe Rodrigues apresentam esse produto acadêmico que divulga ensaios fotográficos. A revista tem por base fotografias que resultam de pesquisas etnográficas e estudos antropológicos e experimentos de áreas afins. Trazem exemplos de números temáticos e contam suas próprias experiências de organizar e publicar na revista. Para maiores informações, acesse: https://medium.com/fotocronografias/

5º Encontro  “Novas coleções, antigos colecionadores” – (09 de Junho – 19h00min) 

5.1 Experiências de catalogação fotográfica no Arandu (Campus IV –  Rio Tinto – UFPB). Pesquisa sobre o 07 de setembro, fanfarras, performance e música. Relato de experiência do pesquisador Caio Nobre Lisboa – UFPB/AVAEDOC.

5.2 “Novas coleções, antigos colecionadores”: processos de interlocução colaborativa na Paraíba e no Rio Grande do Sul.

5.3 Noções de organização de repositórios de coleções fotográficas de interesse antropológico em ambientes virtuais. 

Referências para construção de repositórios digitais: BIEV (https://www.ufrgs.br/biev/), Instituto Moreira Salles (https://ims.com.br) e Museu Afrodigital (http://www.museuafrorio.uerj.br). 

Textos:

  1. FALCÃO NETO, José Muniz; LISBOA, Caio Nobre, MENDONÇA, João Martinho Braga de. Fotografias, Cinemas, Fanfarras e sítios eletrônicos. Notas sobre acervos, pesquisas e compartilhamento em Rio Tinto. Revista Mundaú, n.3, p.87-105, 2017. (https://www.seer.ufal.br/index.php/revistamundau/article/download/3608/3244)
  2. LISBOA, Caio Nobre. Ofício e performance do músico no desfile cívico de sete de setembro em Rio Tinto: aproximações antropológicas. UFPB – Rio Tinto: [s.n.], 2016. 80 f. (https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/3791?locale=pt_BR)

Filmes: 

  1. A música e as bandas no contexto do desfile cívico de Rio Tinto – PB. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=so0sIzFpK2A.

Narrativas fotográficas: 

  1. RAPKIEWICZ, Yuri Schönardie. “Capítulo 2: Cidades e Imagens: Narrativas etnofotográficas” e “Capítulo 6: Etnocolecionadores e imagens: Narrativas da restituição”. In:______. Cidades, patrimônios e etnocolecionadores: uma etnografia das reminiscências ferroviárias no sul do Brasil. Dissertação de Mestrado, Departamento de Antropologia Social, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2018. (http://hdl.handle.net/10183/182798

6º Encontro – Inventários fotográficos e preservação digital de coleções antropológicas (23 de Junho – 19h00min) 

6.1 Apresentação dos resultados da oficina: relato dos processos de organização dos acervos pessoais dos participantes. 

6.2 Atualização do blog do projeto com exibição de amostras de acervos organizados e catalogados durante as atividades da oficina.

Bibliografia geral: 

ABALOS JÚNIOR, José Luis.; RAPKIEWICZ, Yuri Schönardie. Práticas de colecionamento e restituição: notas para um colecionismo ético. Ponto Urbe, São Paulo, v. 25, n. 25, p. 1–16, dezembro, 2019.

ACHUTTI, Luiz Eduardo Robinson. Fotoetnografia: um Estudo de Antropologia Visual sobre o Cotidiano, Lixo e Trabalho. Porto Alegre: Palmarinca, 1997. ACHUTTI, Luiz Eduardo Robinson. Fotoetnografia da Biblioteca Jardim. Porto Alegre: Editora da UFRGS: Tomo Editorial, 2004.

BARTHES, Roland. A câmara clara: Nota sobre a Fotografia. 2. ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984.

BELLOTO, Heloisa Liberalli. Patrimônio Cultural, Arquivo e Universidade. Campinas, v.6, n 11 jan/jul. 1994.

BENJAMIN. Walter. A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade Técnica. IN: LIMA, Luiz Costa (org.). Teoria da cultura de Massa. 2. ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1978.

CUNHA, Maria Gomes da. Tempo imperfeito: uma etnografia do arquivo. Mana, Rio de Janeiro, v. 10, n. 2, p. 287-322, 2004

ECKERT, Cornelia; ROCHA, Ana Luiza Carvalho da. A preeminência da imagem e do imaginário nos jogos da memória coletiva em coleções etnográficas. ed. Brasília: ABA, 2015. v. 1. 196p .

ECKERT, Cornelia; ROCHA, Ana Luiza Carvalho da. Apresentação. In:______. Etnografia da duração: antropologia das memórias coletivas em coleções etnográficas. Porto Alegre: Marca Visual. 2013.

ECKERT, Cornelia; ROCHA, Ana Luiza Carvalho da. Etnografia com imagens: práticas de restituição. Tessituras, Pelotas, v. 2, n. 2, p. 11-43, jul./dez. 2014.

ECKERT, Cornelia; ROCHA, Ana Luiza Carvalho da.‘Nunca em anexo!’ Pesquisa, ensino e escrita com imagens em Antropologia Audiovisual. Revista TRAMA, v. 11, p. 11-34, 2020.

FALCÃO NETO, José Muniz; LISBOA, Caio Nobre; MENDONÇA, João Martinho Braga de. Fotografias, Cinemas, Fanfarras e sítios eletrônicos. Notas sobre acervos, pesquisas e compartilhamento em Rio Tinto. Revista Mundaú, n.3, p.87-105, 2017. 

FREUND, Gisèle. La Fotografía como Documento Social. Barcelona, Gustavo Gili, 1976.

GÓMEZ, Guillermo Stefano Rosa. RAPKIEWICZ, Yuri Schonardie. ECKERT. Cornelia. Etnografias da duração e os desejos de memória ferroviária no sul do Brasil.Nova Amazônica. Belém, volume 11 (1) , 83-109, 2019. (https://periodicos.ufpa.br/index.php/amazonica/article/view/6652/5617)

HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2006

KOSSOY, Boris. Fotografia & História. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001.

LISBOA, Caio Nobre. Ofício e performance do músico no desfile cívico de sete de setembro em Rio Tinto: aproximações antropológicas. UFPB – Rio Tinto: [s.n.], 2016. 80 f.

MENDONÇA, João Martinho Braga. Ética, oralidade e pesquisa fotográfica.Iluminuras, Porto Alegre, v.13, n.31, p.85-100, jul./dez. 2012.

MENDONÇA, João Martinho de. Entre fotografias antigas e redes sociais: trajetórias de pesquisa fotográfica no interior de Minas Gerais e da Paraíba. Iluminuras, Porto Alegre, v. 12, n. 28, p. 71-103, jul./dez. 2011.

MENDONÇA, João Martinho de. Pesquisa fotográfica e fílmica no litoral norte da Paraíba. In________ (Orgs) FERRAZ, Ana Lúcia de; MENDONÇA, João Martinho de. Antropologia Visual: Perspectivas de ensino e pesquisa. Brasília- DF:ABA, 2014.

NOVAES, Sylvia Caiuby Novaes (org.). Entre arte e ciência: a fotografia na antropologia.São Paulo: Editora da universidade de São Paulo, 2015. PEIXOTO, Clarice Ehlers; COPQUE, Barbara; LUZ, Gleice M. Mattos de V. (Orgs.) Famílias em Imagens. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2013.

PEIXOTO, Clarice Ehlers; COPQUE, Barbara (Orgs.). Etnografias Visuais. Análises Contemporâneas. Rio de Janeiro: Garamond, 2015.

POLLAK, Michael. Memória, esquecimento, silêncio. Rio de Janeiro: Estudos Históricos, 1989.

POLLAK, Michel. Memória e identidade social. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, vol. 5, n. 10, 1992, pp. 200-212

RAPKIEWICZ, Yuri Schönardie. Cidades, patrimônios e etnocolecionadores: uma etnografia das reminiscências ferroviárias no sul do Brasil. Dissertação de Mestrado, Departamento de Antropologia Social, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2018.

RAPKIEWICZ, Yuri Schönardie. Etnocolecionismo em imagens: reminiscências e durações ferroviárias no Rio Grande do Sul. Fotocronografias, Porto Alegre, v. 06, n.13, p. 54-71, 2020

SEGALA, Lygia. A coleção fotográfica de Marcel Gautherot. Anais do Museu Paulista. São Paulo.N. Sér. v.13. n.2.p. 73-134. jul.-dez. 2005. 

ZANATTA, Roberta Mociaro. O legado histórico nacional – memória, difusão e acesso: o caso da Brasiliana Fotográfica. 2019. Tese (Doutorado) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Faculdade de Ciências Sociais. 190 f.

Revista Fotocronografias: 

Vol. 02 num.03–2017: Cartas aos narradores urbanos: Etnografia de rua na Porto Alegre das intervenções artísticas. (https://medium.com/fotocronografias/v-02-n-03-2017-cartas-aos-narradores-urbanos-etnografia-de-rua-na-porto-alegre-das-97185561d64e)  

Vol. 04 num. 07 –2019:  20 anos do Banco de Imagens e Efeitos Visuais — BIEV — Parte I: Sociabilidades”.  

(https://medium.com/fotocronografias/vol-04-num-a784a5819c4e)

III Mostra: programação

III MOSTRA ARANDU DE FILMES ETNOGRÁFICOS, EVENTO TOTALMENTE ONLINE, ENTRE OS DIAS 24 DE AGOSTO E 16 DE OUTUBRO DE 2020.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:

Acesso ao filmes: os filmes da III Mostra estarão disponíveis para acesso durante o evento. A cada semana diversos filmes sobem para o blog “mostraarandu” e podem ser acessados livremente, basta clicar no link a seguir (filmes da III Mostra Arandu)

Abaixo toda a programação resumida da III Mostra. Para acessar o link das mesas redondas e acompanhar transmissões ao vivo, procure pelo canal do Arandu no Youtube: Lab Arandu, ou clique aqui

ABERTURA:

Dia 26/08

15:00 – Conferência com Sylvia Caiuby Novaes (LISA/USP):

“Por uma sensibilização do olhar: sobre a importância da fotografia na formação do antropólogo” – transmissão ao vivo pelo Youtube no canal do Laboratório Arandu: (https://www.youtube.com/c/labarandu)

17:00 – Folia cultural com as artistas convidades DJ Luana Flores, Gu da Cei e Larissa Mendes pelo Zoom (o link será disponibilizado durante a conferência de abertura, pelo chat do youtube, canal “lab arandu”)

CICLO DE DEBATES:

Os debates ocorrerão todas as quintas entre realizadores e convidades, serão transmitidos pelo canal do Laboratório Arandu: (https://www.youtube.com/c/labarandu)

As inscrições foram encerradas a partir de 4 de setembro (vagas esgotadas/ atividades em andamento).

Debatedores confirmados: Alessandro Campos (UFPA/Visagem), Alex Vailati (UFPE/LAV), Denise Cardoso (UFPA/Visagem), Lisabete Coradini (UFRN/NAVIS), Nilson Almino (UVA/LABOME), Philipi Bandeira (PPGAS/UFPE), Rafael Matos (UFRN), Rose Satiko (USP/LISA), Siloé Amorim (UFAL/AVAL)

A cada semana, portanto, um(a) debatedor(a) convidada(o) se reúne às realizadoras dos filmes nas mesas redondas online, com debates em torno dos seguintes eixos temáticos:

27/08 – 14:00 – Aprendizados do filme etnográfico na graduação: disciplinas, iniciação científica, extensão e outras experiências

03/09 – 14:00 – Aprendizados do filme etnográfico na graduação: TCCs

10/09 – 14:00 – Processos colaborativos: direção, edição e criação coletiva

17/09 – 14:00 – Processos colaborativos e relações éticas – limites da antropologia compartilhada

24/09 – 14:00 – Pesquisa fílmica e etnobiografia

01/10 – 14:00 – Circulação do filme etnográfico: canais e circuitos de exibição

08/10 – 14:00 – Produção de imagens e edição em casos de rituais e/ou grupos restritos

15/10 – 14:00 – Etnoficção, experimentações e limites da concepção documental

MINICURSOS E OFICINAS:

Minicursos e oficinas são voltados a estudantes das comunidades universitárias e ao público externo interessado, serão coordenados por pesquisadores do AVAEDOC/UFPB e ministrados por estudantes de graduação e pós-graduação, com eventuais participações de convidades.

As inscrições já estão encerradas.

20 vagas por atividade (vagas esgotadas)

28/08 – 14:00 Minicurso: “Trocas e saberes em Antropologia Visual”.

Ministrantes: José Muniz, Caio Lisboa e Geraldo França  [ch: 3]

04, 11 e 18/09 – 14:00 Oficina: “Produção audiovisual”.

Ministrantes: Glauco Machado e Coletivo Pé de Figo [ch: 9]

25/09 – 14:00 Oficina:  “Artes e etnografias”.

Ministrantes: João Vitor Velame, Henrique Falcão [ch: 3]

02/10 – 14:00 Minicurso:  “Circuitos de exibição dos filmes etnográficos”.

Ministrantes: Glauco Machado e Alessandro Campos  [ch: 3]

09/10 – 14:00 Minicurso:  “Filme etnográfico e cineclubismo”.

Ministrantes: Rafaella Sualdini e convidada (o) [ch: 3]

ENCERRAMENTO:

Dia 16/10

15:00 – Conferência com Ana Paula Alves Ribeiro (UERJ/Museu Afrodigital RJ) – transmissão ao vivo pelo Youtube no canal do Laboratório Arandu: https://www.youtube.com/c/labarandu

Os muitos caminhos do cinema negro no Brasil: circulação e recepção de filmes

Noite – Festa de encerramento com DJ set Asèsú e outras interveções (outras notícias em breve e durante a conferência de encerramento, pelo chat do canal do laboratório no Youtube: Lab Arandu)

Filmes da III Mostra Arandu

III Mostra Arandu – filmes selecionados

Os filmes abaixo compõem a III Mostra Arandu, através de uma programação semanal, com um total de 41 filmes etnográficos, selecionados no processo de curadoria compartilhada em rede.

O acesso à íntegra dos filmes é livre (autorizado pelos proponentes/autores no ato da inscrição), veja e reveja quando e como quiser. Nossa sugestão é de que os três primeiros dias da semana sejam usados para que cada pessoa programe livremente suas próprias sessões de exibição online, se possível conectando o computador/dispositivo a um monitor/TV com tela grande. Dessa maneira, pode-se acompanhar melhor os debates nas mesas redondas, organizadas com debatedores convidados e realizadores dos filmes, sempre nas quintas-feiras à tarde. Toda semana teremos filmes e debates sobre a criação audiovisual em antropologia!

A cada semana, sempre no domingo, um grupo de filmes subirá para o site, conforme as datas relacionadas a seguir:

Dia 24 de agosto:

  • Abc do Açude; 38’ – direção: Felipe Figueiredo
  • O Grafismo Potiguara; 5’ – direção: Anderson de Avelar Lima, Jaqueline Félix dos Santos, João Vítor Velame
  • Engenho Aymoré; 6’ – Silvano Abade
  • Hip Hop, Arte e Resistência; 5’ – direção: Mayara Steffany Cavalcanti
  • Dentada de Cobra; 5’ – direção: Juscelino Tabajara, Diogo Augusto e Erickerson Gonçalves
  • Raízes; 9’ – Gabriela Salatine e Rafael Araujo Baena
  • Memórias Visíveis; 13’ – direção: Caio Nobre Lisboa, José Muniz Falcão Neto, Melba Godoi Vieira, Rafaella Sualdini
  • Tecendo o Fio de Ariadne com Mulheres em Situação de Gênero; 16’ – direção: Luiz Carlos Nascimento; Maria Clara Farias Alves; Nuno Rafael Araújo Baena; e Oswaldo Giovannini
  • 316ª Festa de São Miguel Arcanjo; 5’ – Amanda Gioriatti Lunkes. Larissa Camila Gonçalves Lima. Samara Oliveira Lima

Dia 30 de agosto:

  • Rap nas Quebradas; 51’ – direção: Kélia Viana e Nilson Almino
  • São João de Naninha; 20’ – direção: Renata Batista Cavalcanti
  • Até aqui eu encontro a minha felicidade, 12’ – direção: Rayssa Morais de Barros
  • A música e as bandas no contexto do desfile cívico de Rio Tinto; 12’ – Caio Nobre Lisboa
  • We Are Hip Hop Potiguara; 13’ – Luiz Carlos Nascimento
  • Habitar e viver; 29’ – direção: Guilherme Monteiro Oliveira

Dia 06 de setembro:

  • Marruá na Amazônia: teatro de rua, rio e floresta; 52 – direção: Carolina Abreu
  • Seu Pernanbuco; 12’ – direção: Lisabete Coradini, Maria Ângela Pavan, Ygor Felipe
  • Sinal fechado – Hora o Show, hora o trampo!; 55’ – direção: Jocilene Ramos Bastos e Nilson Almino de Freitas
  • Tabuluja (Acordem!); 11’ – direção: Shambuyi Wetu, Rose Satiko Hikiji, Jasper Chalcraft

Dia 13 de setembro:

  • Casa de Palha; 35’ – direção: Oswaldo Giovannini Junior
  • Nosso território/Nhande Ywy; 30’ – direção: Ana Lúcia Ferraz e Elpídio Pires
  • Katu; 50’ – direção: Alessandro Campos

Dia 20 de setembro:

  • Loss e Renam: Etnobiografias de artistas urbanos; 27’ – direção: Cornelia Eckert, Debora Wobeto, Leonardo Palhano Cabreira, Thayanne Freitas
  • A vida é sempre um mistério; 1’ – direção: Calvin Da Cas Furtado
  • Zé Carreiro, a padroeira e o congado; 29’ – direção: Carlos P. Reyna
  • As mulheres das rocas são as vozes do samba; 20’ – direção: Lisabete Coradini
  • Fotografias e objetos. Memória e experiência na cidade de Celina; 1’ – direção: Fernando Camargo
  • Operários do Barão; 38’ – direção: Eduardo Donato

27 de setembro:

  • A Vida Tocando; 25’ – direção: Marco Poglia e Vinicius Correa
  • Entresonhos; 41’ – direção: Calvin Da Cas Furtado
  • Firma o guia povo do santo; 19’ – direção: Helena Frade
  • Cinemas do interior; 39’ – direção: José Muniz
  • Encontro de Saberes na UFPB; 15’ – Oswaldo Giavaninni Júnior e Paulo de Jesus

Dia 04 de outubro:

  • Os catiços: Possessão e Transe; 28’ – direção: Bruno Karasiaki Filene
  • Podem quebrar o maracá, mas não vão quebrar nossa cultura; 106’ – direção: Ubirajara Tohoiruru Tsuptó
  • Baloeiros: Festa no céu, conflito na terra; 26’ – direção: Erika Paula dos Santos
  • Kixtí Huni-Kuin no Estrela Universal; 29’ – direção: Silvia A. C. Martins

Dia 11 de outubro:

  • A Poeira do Tempo: figuras e lendas da fundação da terra gaúcha; 55’ – direção: Ana Luiza Carvalho da Rocha
  • PIRAGUI. A dona dos peixes; 21’ – direção: Luiza Calagian
  • O Livro da Água; 72’ – direção: Marco Antonio Gonçalves
  • [360] Casa de Vitalino | Alto do Moura; 22 – direção: Glauco Fernandes Machado

Informações gerais da III Mostra Arandu

III Mostra Arandu de Filmes Etnográficos

Ciclo de debates, conferências, mini-cursos e oficinas

24 de agosto a 16 de outubro de 2020

(atividades online)

Conferencistas/debatedores confirmados:

Alessandro Campos (UFPA/Visagem), Alex Vailati (UFPE/LAV), Ana Paula Alves Ribeiro (UERJ/Museu Afrodigital RJ), Denise Cardoso (UFPA/Visagem), Lisabete Coradini (UFRN/NAVIS), Nilson Almino (UVA/LABOME), Rafael Matos (UFCG/UFRN), Rose Satiko (USP/LISA), Siloé Amorim (UFAL/AVAL), Sylvia Caiuby Novaes (USP/LISA)

Os debates em torno dos filmes etnográficos da III Mostra Arandu serão realizados todas as quintas-feiras à tarde, serão oito sessões, com realizadores e debatedores convidados.

Mini-cursos e oficinas, voltados a estudantes das comunidades universitárias e ao público externo interessado, serão coordenados por pesquisadores do AVAEDOC/UFPB e ministrados por estudantes de graduação e pós-graduação, com eventuais participações de convidados.

Mais detalhes da programação serão divulgados posteriormente.

Comitê Organizador:

Cíntia Di Giorgi,  Gabriela Salatini, Glauco Machado, João Mendonça, João Vitor Velame, José Muniz Falcão Neto, Oswaldo Giovannini, Rafaella Sualdini

Realização: Coletivo AVAEDOC/Laboratório de Antropologia Visual Arandu/PPGA (UFPB)

Apoio: Comitê de Antropologia Visual da Associação Brasileira de Antropologia (CAV-ABA)

III Mostra Arandu

O AVAEDOC – Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual, Artes, Etnografias e Documentários, sediado na UFPB/Campus de Rio Tinto, convida para a  III Mostra Arandu de Filmes Etnográficos 2020 –  “Antropologia e Sociedade – Compartilhando Saberes”, entre os dias 24 de agosto a 16 de outubro, que acontecerá em formato totalmente online, devido à pandemia que ainda assola o nosso país.

ACESSE AQUI O SÍTIO ELETRÔNICO DA III MOSTRA ARANDU

Nosso evento chega a sua terceira edição – após  2016 e 2018 – reconhecendo a importância da Rede de Pesquisa em Antropologia Visual do CAV-ABA (Comitê de Antropologia Visual da Associação Brasileira de Antropologia) no desenvolvimento da própria antropologia brasileira. Na forma de um projeto de extensão, esperamos envolver não apenas a comunidade acadêmica, mas também o público mais amplo, local, regional e nacional.

Nesta edição desejamos ampliar as discussões teóricas e metodológicas sobre a imagem nas pesquisas das ciências sociais, promover uma reflexão sobre a trajetória do diálogo entre a pesquisa acadêmica e as demandas da sociedade, a partir de produções realizadas no âmbito de nossa rede nacional. Outro ponto a ser destacado é o alcance do filme etnográfico e seus diversos canais de exibição. Daremos ênfase, além disso, à questão do ensino de antropologia visual e filmes etnográficos produzidos em contextos de graduação.

Trabalharemos com curadoria compartilhada em rede, a qual nos dará a oportunidade de um ciclo de debates virtuais, voltados para a criação audiovisual de cunho etnográfico. Para tanto, vamos considerar quatro grandes linhas de discussão: ensino, pesquisa, produção e exibição do filme etnográfico; teremos esses tópicos abordados nos filmes etnográficos, debates, palestras, oficinas e minicursos, envolvendo pesquisadores e realizadores de todo país e criando a oportunidade de aproximação com a produção audiovisual dos cursos de Antropologia da Universidade Federal da Paraíba – Campus IV Rio Tinto.

Em breve serão divulgadas mais informações sobre a III Mostra.

Dia do Cientista Social

22 de julho, dia nacional do Cientista Social. Uma lembrança marcante da gente na Ilha de Edição em 23-24nov2019. Lagoa de Praia – PB.

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Seminários de Pesquisa do AVAEDOC em 5dez2019 – PROGRAMAÇÃO

Exibição de Filmes de 2 a 4dez2019 (Seminários de Pesquisa AVAEDOC)

FESTIVAL BOI BUMBÁ DE PARINTINS

54o. Festival de Folclore de Parintins

Os professores Artur Marques (departamento de Artes Cênicas/CCTA) e Oswaldo Giovannini Junior (curso de Antropologia – CCAE) estiveram recentemente representando a UFPB no 54º. Festival de Folclore de Parintins. Durante os dias 28, 29 e 30, atuaram no corpo de jurados do festival do Boi-Bumbá na cidade de Parintins no interior do estado do Amazonas. Trata-se do maior festival do gênero do Brasil que atrai anualmente milhares de pessoas e celebra uma tradição popular de grande relevância para a cultura brasileira. A organização do festival deste ano composta pela Prefeitura local e pelas associações de Bumbás Garantido e Caprichoso, primaram pela valorização do encontro de saberes populares com o saber acadêmico e selecionaram 10 jurados professores doutores de diversas universidades brasileiras. Tal escolha valoriza o saber acadêmico e afirma para a sociedade brasileira sua importância, bem como a seriedade e a confiança no fazer universitário. Em tempos difíceis para a educação brasileira e para a cultura popular, Parintins e seus Bumbás levantaram a bandeira da democracia, da diversidade e da justiça social na aproximação dos saberes entre folclore e universidade.

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Esse pode ser o início de uma nova pesquisa a ser desenvolvida pelo Avaedoc dentro do campo de uma antropologia das festas brasileiras.

Abaixo um pequeno vídeo acerca das interações entre os jurados e os bumbás.

 

Mesa redonda em torno de Etienne Samain

João Pessoa/Rio Tinto-PB, 30 de Abril de 2019, dia de defesa da educação no Brasil

Com satisfação gostaríamos de compartilhar a notícia do lançamento do sítio eletrônico “Imagens e antropologia visual”, o qual reúne artigos publicados entre 1987-2001, escritos pelo Prof. Etienne Samain da Unicamp. O sítio está hospedado em nosso servidor institucional, com desenho simples, tem por objetivo servir ao nosso campo de estudos como um repositório de artigos científicos, alguns oriundos de publicações hoje fora de catálogo.

Com participação do Comitê de Antropologia Visual da ABA, Profas Lisabete Coradini (UFRN) e Aina Azevedo (UFPB), além de mim (João Mendonça) e da Profa Fabiana Bruno (Unicamp/videoconferência), fizemos uma mesa redonda em torno da obra de Etienne neste último dia 29, quando exibimos também um pequeno vídeo enviado por ele da Bélgica.

Nosso grupo de pesquisa AVAEDOC agradece especialmente a colaboração do CAV-ABA na organização desta mesa redonda e solicita a tds a divulgação e uso deste sítio eletrônico, na certeza de contribuirmos às reflexões, diálogos e realizações das imagens no campo da antropologia.

João Martinho de Mendonça e Oswaldo Giovannini Jr

Grupo de pesquisa AVAEDOC/UFPB/CNPq (Antropologia Visual, Artes, Etnografias e Documentários)

Laboratório de Antropologia Visual Arandu/UFPB/Campus IV