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II MOSTRA ARANDU DE FILMES ETNOGRÁFICOS

Neste mês de setembro temos a satisfação de apresentar a II Mostra Arandu, clique AQUI para maiores informações.

Festival de Cinema do Vale

quarta-feira (25/07/2018) teremos a III Mostra, com o filme de Marcus Vilar – O senhor do castelo um filme de Marcus Vilar. 37829973_925768504298439_6155186544647864320_n.jpg

Iniciação à fotografia – Exposição coletiva

Acesse aqui a exposição coletiva de fotografia e veja os trabalhos de estudantes da disciplina de Iniciação á Fotografia oferecida no Campus IV da UFPB pelo curso de Bacharelado em Antropologia.

AVAEDOC/Arandu no 18th IUAES

AVAEDOC convidado para apresentar em Mostra Audiovisual exclusiva da próxima IUAES, que será realizado em Florianópolis (16-20 julho 2018). O comité da Mostra, decidiu realizar uma homenagem à produção audiovisual de antropólogos/as brasileiros/as e nessa mostra exclusiva estarão sendo representados todos os núcleos de antropologia visual das universidades brasileiras.

 

Seminário Imagem e Conhecimento

Seminário Imagem e conhecimento: perspectivas de pesquisa nos campos da antropologia e arqueologia

Com Aina Azevedo, Carlos Xavier Netto, Marcos Carvalho e Patrícia Pinheiro

Organização: João de Mendonça, Oswaldo Giovannini Jr. e Glauco Machado

QUANDO: dia 24 de abril (segunda-feira), às 9:30 às 16:30 (duração total 6h), inscrições no local

ONDE: Rio Tinto – Sala de exibição ARANDU (capacidade 30 lugares)

Como as imagens participam da produção de conhecimento nos campos da antropologia e arqueologia? Este Seminário procura fomentar a reflexão sobre os usos das imagens e suas conceituações em diferentes “sub-campos” e modalidades. Tem por objetivo perceber as complexidades e problemáticas levantadas pelo uso das imagens a partir de experiências de pesquisadores oriundos de formações diversas, de maneira a discutir possíveis articulações sejam elas teóricas, metodológicas, epistemológicas, estéticas, etc. Quer-se, dessa maneira, trazer elementos para estimular concepções mais abrangentes e qualificadas acerca do uso de imagens nas pesquisas desenvolvidas entre nós.

Iniciativa associada à linha de pesquisa “Imagem, artes e performances” do PPGA em parceria com o Laboratório de Antropologia Visual ARANDU e o grupo de pesquisa AVAEDOC/CNPq (Antropologia Visual, Artes, Etnografias e Documentários).

Aina Azevedo

Mestra e doutora em Antropologia Social pela Universidade de Brasília e pós-doutora pela University of Aberdeen, atualmente é professora adjunta da Universidade Federal da Paraíba.  Em sua mais recente pesquisa dedicou-se ao estudo do desenho como metodologia e forma de exposição do conhecimento na antropologia, além de ter produzido um artigo em forma de ensaio gráfico.

Desenho e antropologia

Atualmente ocorre o que Ballard denomina de “virada gráfica”, quando diversos antropólogos passam a desenhar e expor seus desenhos em suas pesquisas. Essa novidade, entretanto, remonta a uma prática, a um só tempo, bastante comum nos primórdios da antropologia e pouco conhecido (ou reconhecida) pelos antropólogos do presente. Com esse pano de fundo, esta apresentação busca recuperar partes da história que relaciona desenho e antropologia, bem como os regimes de visualidade que a acompanham, culminando com uma apreciação do estado da arte dessa relação no presente. Além de localizar o desenho como metodologia e forma de exposição do conhecimento na antropologia, busco mostrar as nuances do “conhecer por meio do fazer” que o desenho nos traz.

Carlos Xavier Netto

Arqueólogo, mestre em Antropologia da Arte e doutor em Ciência da Informação pela UFRJ, bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq, docente do PPGA e do PPGCI (UFPB) e coordenador do Núcleo de Documentação e Informação Histórica Regional – NDIHR (UFPB). Desenvolve pesquisas com os seguintes temas: memória e patrimônio cultural material, teoria da representação, patrimônio arqueológico, arte rupestre, preservação e digitalização do patrimônio arqueológico, interseção patrimônio e informação.

Grafismos rupestres no Cariri Paraibano

Como conceber o estudo das imagens formadas pelos grafismos pré-históricos na Paraíba? As pesquisas arqueológicas que são realizadas no espaço do Cariri Paraibanos pelo NDIHR podem ser delimitadas por três pontos, que seguem: 1.  A questão da produção dos grafismos rupestres, suas técnicas, estilísticas e composições; 2.  Os espaços de ocorrência sobre a rocha, os ambientes de ocorrência e sua distribuição; 3.  As relações entre diferentes tipos de evidências, os grafismos rupestres, os materiais líticos e cerâmicos, e os restos diretos (sepultamentos) com os devidos acompanhamentos.

Marcos Carvalho

Cientista social, mestre em Saúde Coletiva pelo IMS/UERJ, doutor em Antropologia pelo Museu Nacional/UFRJ, e atualmente pós-doutorando pelo PPGA/UFPB. Áreas de atuação: ciência, tecnologia, corpo, saúde, redes sóciotécnicas e práticas de conhecimento.

Tecnologias de visualização corporal: sobre a produção, circulação e efeitos de imagens médico-científicas

A apresentação tem como principal objetivo abordar as técnicas de imageamento corporal de um ponto de vista histórico e sócio-antropológico. Desde a segunda metade do século XIX, com a popularização da fotografia e dos Raios X, proliferou-se pelo mundo uma série de imagens tecnocientíficas do corpo humano, em um movimento crescente que se radicalizou e expandiu com o desenvolvimento mais recente de outras tecnologias de visualização, tais como o ultrassom, a ressonância magnética, a tomografia computadorizada, entre outras. O advento da era digital e sua subsequente apropriação pelos saberes-fazeres biomédicos também fez com que tal processo ganhasse ainda novas facetas, multiplicando exponencialmente a (re)produção e circulação de tais imagens por meio de softwares e modelagens gráficas. Sendo assim, busca-se apresentar introdutoriamente o potencial da abordagem antropológica e etnográfica das tecnologias médicas de visualização – tendo em vista sua capacidade de deslocar e produzir novas concepções sobre corpo, pessoa, saúde e terapêutica.

Patrícia Pinheiro

Doutora em Ciências Sociais pelo CPDA/UFRRJ e mestre em Desenvolvimento Rural pelo PGDR/UFRGS. Realizou pós-doutorado no PPGAnt/UFPEL e atualmente é pós-doutoranda no PPGA/UFPB. Atua nos seguintes temas: processos identitários, políticas públicas, agroecologia, conflitos socioambientais, memória, etnicidade e relações interétnicas.

Pesquisa, ensino e extensão com o uso de imagens no extremo sul brasileiro

Com o propósito de refletir sobre o percurso suscitado pelas imagens no trabalho etnográfico, a apresentação percorrerá projetos realizados em áreas rurais da região de Pelotas, RS, em especial a pesquisa “Saberes e Sabores da Colônia” e o projeto de extensão “Histórias de Quilombo”. Nestes trabalhos está presente um rural em que proximidade e distância convivem entre os grupos que habitam a colônia, constituindo imbricadas relações interétnicas. Com o desafio de buscar de algum modo contemplar esta complexidade, sujeita a dinâmicas e transformações, recorreu-se às imagens como catalisadoras de um processo de construção contínua da pesquisa, com ênfase para a restituição dos registros imagéticos e seus desdobramentos. As reflexões sobre essas interações encontram relação com a perspectiva de Fabian (2006) de coetaneidade, na qual o autor argumenta em favor de uma reflexão sobre o compartilhamento do tempo para uma prática etnográfica entre sujeitos.

Primeira Mostra Arandu de Filmes Etnográficos

Buscando estimular a realização do intercâmbio entre a UFPB, local de acolhida da 30ª RBA e a antropologia visual no país, será realizada a Mostra Arandu de Filmes Etnográficos. Promovida pelo Laboratório de Antropologia Visual Arandu e pelo grupo de estudos Avaedoc, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o evento tem como objetivos a organização colaborativa, a apreciação coletiva e a divulgação de ensaios audiovisuais produzidos no âmbito de cursos de graduação e pós-graduação em Antropologia ou em outras áreas afins, ligados às instituições públicas ou privadas de ensino, como também no âmbito de associações, organizações, movimentos e/ou produções independentes, desde que tenham conexões de quaisquer naturezas com pesquisas etnográficas ou com reflexões de cunho antropológico.

O evento pretende aproximar grupos e pessoas de forma democrática, inclusiva e colaborativa, sendo um acontecimento sem premiação, que visa promover o encontro mais do que a competição, que valoriza a dimensão de autogestão potencialmente presente entre parceiros e colaboradores interessados, independentemente de eventuais patrocínios e/ou recursos eventualmente levantados. Carrega também como expectativa a busca de uma discussão mais aprofundada sobre a história e as diferentes vocações da antropologia visual no Brasil.

A Mostra Arandu de Filme Etnográfico visa exibir produções audiovisuais finalizadas a partir de 2014, que apresentem qualidades técnicas, artísticas e etnográficas reconhecidas pela comissão organizadora. Poderão ser inscritas produções nacionais e internacionais de filmes que estejam ligados a pesquisas de caráter etnográfico e apresentem questões antropológicas relevantes.

 

Programação:

Local:  Cine Aruanda/CCTA), a partir das 19hs

Dia 04 de agosto:

Memórias Retomadas – 23’
Direção: João de Mendonça
2015

Imagens e Memórias do Cinema no Vale – 13’
Direção: José Muniz
2016

“Tia, traz a gente pra perto” – 13’
Direção: Ivandiely Menezes
2016

As Sementes – 30’
Direção: Beto Novaes
2015

Gosto mais do que lasanha – 41’
Direção: Luciana Ribeiro
2016

Dia 05 de agosto:

IBURI Trompete dos Ticuna – 14’
Direção: Edson Tosta Matarezio Filho
2014

Cavalhadas de Alagoas – 13’
Direção: Walcler Mendes Junior/ Pedro Simonard/ Juliana Michaello
2016

Como Antigamente – 11’
Direção: Augusto Junior
2016

Arte é Para Todos – 36’
Direção: Darllan da Rocha
2014

R’Gongo: Cultura negra em Porto Alegre/RS – 30’
Direção: Olavo Ramalho Marques
2016

A Música e as Bandas no contexto do desfile cívico de Rio Tinto – 13’
Direção: Caio Nobre Lisboa
2016

A arte de Vó Mera – 7’
Direção: Renata Cavalcanti
2015

Babau da Gota Serena – 18’
Direção: coletiva
2016

MENÇÃO ESPECIAL 1:
Das nuvens pra baixo – 74’ (em exibição no Prêmio Pierre Verger)
Direção: Marco Antonio Gonçalves / Eliska Altmann
2015

MENÇÃO ESPECIAL 2:
Taller “Miradas Antropológicas” (séries de vídeos associados)
Mariano Báez Landa (México /CIESAS)
2001-2016

Seminário Memória e imagem no Vale do Mamanguape 

Seminário Memória e imagem no Vale do Mamanguape 

Com Prof. José Sérgio Leite Lopes 

Organização: Curso de Graduação em Antropologia

QUANDO: dia 06 – 09 de outubro de 2009

ONDE: Rio Tinto

O seminário Memória e Imagem no Vale do Mamanguape é uma iniciativa do curso de graduação em Antropologia e Culturas Indígenas (Departamento de Ciências Sociais). Foi motivado especialmente pelo fato de que o Campus IV da UFPB encontra-se hoje no mesmo espaço onde funcionou a antiga Fábrica de Tecido de Rio Tinto. Trata-se, portanto, de uma ocasião ímpar para refletir sobre as cidades do vale do Mamanguape, seus trabalhadores e suas memórias. Ao que o filme documentário “Tecido Memória” constitui o ponto de partida de uma semana que esperamos proveitosa para todos. Todas as atividades envolverão os professores e alunos do referido curso, os professores José Sérgio Leite Lopes (do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional – UFRJ) e Rosilene Alvim (do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia – IFCS – UFRJ), além do cineasta Celso Brandão (UFAL).